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13 fevereiro 2020

‘É a 1ª vez que sou AWPER e estou muito confortável’, diz RCF

Apesar da pouca idade, RCF demonstra maturidade ao comentar sobre sua carreira no CS:GO

Por Marcelo Bechara

Rodrigo ‘RCF’ Figueiredo tem apenas 19 anos, mas dá entrevista como um veterano. Ciente do destino que a vida lhe reservou e maduro para aproveitar cada oportunidade que aparece. O paulista da Vila Mariana conversou com o blog antes de se mudar para os Estados Unidos com a equipe de CS:GO.

Nas primeiras partidas em solo brasileiro, demonstrou uma familiaridade com a AWP que poucos conheciam. Ousado, agressivo e confiante, tem colecionado kills também em território Norte Americano. E, na entrevista para o blog, revelou que seria a primeira vez que ocuparia o posto de sniper na carreira.

“Será a primeira vez que serei awper e estou me sentindo muito confortável nessa posição. Eu sempre joguei pelo time, fazia o que ninguém queria. E agora será a primeira oportunidade que tenho de fazer o que sempre quis”, contou RCF.

“O time é muito bom, todos jogadores da line são muito talentosos, de alto nível. Com a estrutura que temos, vamos crescer muito. Isso faz diferença”, continua o player. Depois de ficar algumas semanas na gaming house em São Paulo, o time se mudou para Califórnia, já com uma Gaming House pronta.

Apesar da pouca idade, RCF tem passagens internacionais, na Europa e também nos Estados Unidos. Disputou duas Pro League e conta os aprendizados, até de maneira surpreendente.

“É preciso lidar com as frustrações. Chegamos em duas Pro League, treinamos meses, demos tudo de si e saímos na fase de grupos. É triste. Em uma, perdemos da MIBR, mas no dia seguinte ganhamos da North, na casa deles. Foi um alívio e demonstrou que todo trabalho não poderia ser jogado fora, que estávamos num caminho bom”, revela.

O jogador também contou como começou no CS. A história é curiosa, pois poucos players iniciam por influência do pai.

“Meu pai trabalha com informática, fazia vários serviços pelo bairro. Certo dia, ele precisava sair a trabalho e para não me deixar no tédio, ele instalou CS no computador. Eu tinha uns 7 ou 8 anos, fiquei jogando a tarde inteira”, conta Rodrigo.

“Depois de um tempo, meu irmão mais velho me apresentou o CS:GO, porque nessa época acabei jogando muito CrossFire. Mas quando ele chegou com o CS:GO, migrei na hora de jogo”, diz.

Já com a mãe, a relação não foi muito diferente. Mas desde cedo soube aproveitar a oportunidade. Para compensar as ausências na escola e um possível ensino médio interrompido, RCF prometeu para a mãe que daria tudo para valer a pena.

“Quando eu tinha 16 anos, eu recebi uma proposta e ir jogar fora do país. Minha mãe sempre me apoiou, mas ali ela percebeu que era mais sério, entendeu mais o jogo. Ela só me via jogando em casa, mas não fazia ideia que era time profissional. E me apoiou bastante”, afirmou.

“Dei meu máximo e fui crescendo cada vez mais. Até para compensar as notas ruins e a ausência na escola, dei meu máximo a todo momento. Tinha que fazer valer a pena. Mas depois retornei ao Brasil e terminei a escola”, conta RCF.

O time da Yeah tem chamado a atenção dos fãs de CS:GO e tem buscado conquistar seu espaço aos poucos no cenário internacional.

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